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Clínica Dr. Olivério  Carvalho 

Dermatologista -  CRM 59971 - RQE 108382

 

Cirurgia Dermatológica em São Paulo

Nevos (pintas), cistos, lipomas, hemangiomas e outras lesões,

biópsias e tratamento cirúrgico do câncer de pele

Cirurgia dermatológica ambulatorial para biópsias, retirada de lesões benignas e

tratamento selecionado de tumores da pele.

A cirurgia dermatológica é a área da dermatologia dedicada ao diagnóstico,

remoção e ao tratamento de alterações da pele, mucosas, tecido subcutâneo

, unhas e estruturas relacionadas por meio de procedimentos cirúrgicos ou técnicas dermatológicas intervencionistas.

Além de focarmos no tratamento do câncer de pele, boa parte dos nossos procedimentos também

é realizada para tratar lesões benignas, alterações que causam incômodo, crescimento progressivo

, traumatismos repetidos ou problemas funcionais e estéticos.

A indicação de qualquer procedimento começa pela avaliação dermatológica. Antes de decidir como

retirar uma lesão, é importante determinar o que ela provavelmente é, se realmente precisa ser removida

e qual técnica oferece a melhor relação entre segurança, resultado e eventual cicatriz.

Muitos procedimentos de cirurgia dermatológica podem ser realizados com anestesia local e em

ambiente ambulatorial, sem necessidade de internação. A complexidade varia desde a retirada

de uma pequena lesão benigna até cirurgias para tumores cutâneos que podem exigir planejamento mais elaborado.

Entre os procedimentos de cirurgia dermatológica que fazemos na clínica Dr. Olivério Carvalho estão:

  • retirada de pintas e outras lesões melanocíticas, quando indicada;

  • retirada de cistos cutâneos e subcutâneos;

  • retirada de lipomas;

  • tratamento ou retirada de verrugas;

  • retirada de fibromas e acrocórdons;

  • tratamento de hemangiomas;

  • retirada de xantelasmas;

  • retirada de queratoses seborreicas;

  • tratamento de queratoses actínicas;

  • avaliação e tratamento de determinadas manchas e lesões pigmentadas;

  • correção de cicatrizes em casos selecionados;

  • reparo de furos alargados ou rasgos dos lóbulos das orelhas;

  • biópsias de pele incisional, excisional, por shaving e com punch;

  • exérese de lesões cutâneas;

  • cirurgia convencional e cirurgia de Mohs para tumores da pele;

  • criocirurgia

  • curetagem;

  • reconstrução e fechamento de feridas cirúrgicas;

 

 

Pintas

As pintas, ou nevos melanocíticos, são extremamente comuns e a maioria

não precisa ser retirada. A remoção pode ser considerada quando existe

dúvida diagnóstica, alteração clínica, traumatismo recorrente, incômodo, com objetivo estético ou outra indicação individual.

Quando uma pinta apresenta características suspeitas, entretanto, o objetivo

deixa de ser simplesmente estético: é necessário escolher uma técnica que permita um diagnóstico anatomopatológico adequado.

Cistos

Os cistos cutâneos, como os cistos sebáceos ou cistos epidérmicos, podem

crescer lentamente e eventualmente inflamar, infectar, se romper ou causar desconforto.

Quando existe indicação cirúrgica, procura-se retirar não apenas o conteúdo,

mas também a estrutura que forma o cisto (cápsula), reduzindo a possibilidade de reaparecimento.

Em períodos de inflamação ou infecção importante, pode ser necessário

inicialmente controlar o processo inflamatório e/ou infeccioso e programar a retirada definitiva posteriormente.

Lipomas

Lipomas são tumores benignos constituídos por tecido gorduroso.

Podem ser retirados quando apresentam crescimento, desconforto, localização

incômoda, dúvida diagnóstica ou por decisão compartilhada entre médico e paciente.

Lesões muito grandes, profundas ou localizadas em determinadas regiões podem

exigir investigação complementar ou abordagem em ambiente hospitalar.

Verrugas, fibromas e acrocórdons

Verrugas e outras pequenas lesões benignas são extremamente comuns e podem ser tratadas

por diferentes métodos. Dependendo do diagnóstico, localização, tamanho e número

de lesões, podem ser utilizados procedimentos como curetagem, eletrocirurgia,

criocirurgia, shaving ou excisão. A técnica deve ser escolhida após a avaliação da natureza da lesão.

Hemangiomas e outras lesões vasculares

Os hemangiomas são lesões vasculares benignas que podem apresentar

características bastante diferentes de acordo com a idade do paciente, o tipo de lesão, sua localização e evolução.

Alguns hemangiomas, especialmente na infância, podem diminuir

espontaneamente com o passar do tempo e não necessitar de tratamento cirúrgico.

Outros podem exigir tratamento quando apresentam crescimento

importante, sangramento, ulceração, comprometimento funcional,

localização problemática ou alterações persistentes.

Existem diferentes possibilidades terapêuticas, e a escolha deve ser

individualizada. Nem todo hemangioma necessita de cirurgia e nem todos devem ser tratados da mesma forma.

Outras pequenas alterações vasculares também podem ser avaliadas e

tratadas de acordo com seu diagnóstico e características.

 

Xantelasmas

Os xantelasmas são placas amareladas que aparecem principalmente nas pálpebras e regiões

próximas aos olhos. Algumas vezes estão associadas à alteração do colesterol.

Existem diferentes possibilidades de tratamento, incluindo remoção cirúrgica em determinados casos.

A escolha deve considerar tamanho, profundidade e localização, devido à

delicadeza anatômica da região e à necessidade de preservar o funcionamento adequado das pálpebras.

Também é importante saber que os xantelasmas podem reaparecer mesmo depois

de um tratamento tecnicamente adequado.

Queratoses seborreicas

As queratoses seborreicas são lesões benignas muito comuns, especialmente a partir da meia-idade.

Podem apresentar diferentes cores, tamanhos e aspectos, algumas vezes confundindo

o paciente com pintas, verrugas ou até mesmo com lesões malignas.

Em geral não necessitam de tratamento, mas podem ser removidas quando causam incômodo,

coceira, traumatismos repetidos, quando se tornam inestéticas ou quando existe dúvida diagnóstica.

Queratoses actínicas

As queratoses actínicas surgem principalmente em áreas da pele submetidas à exposição solar

acumulada ao longo dos anos e são consideradas lesões pré-cancerosas,

ainda que a grande maioria delas não evolua para câncer.

Podem aparecer como pequenas áreas ásperas, avermelhadas ou descamativas, principalmente

no rosto, couro cabeludo, orelhas, braços e dorso das mãos.

Existem diferentes modalidades de tratamento e a criocirurgia é bastante utilizada.

A escolha depende do número de lesões, localização, espessura e extensão da área comprometida,

além das características individuais do paciente.

Manchas e lesões pigmentadas

Nem toda mancha pode ou deve ser retirada cirurgicamente.

Antes do tratamento, é fundamental estabelecer sua natureza.

Algumas manchas podem ser apenas alterações de pigmentação e são tratadas

clinicamente ou por outros métodos, enquanto determinadas lesões pigmentadas

podem necessitar de biópsia ou retirada cirúrgica.

Quando existe dúvida diagnóstica, estabelecer primeiro o diagnóstico é mais

 importante do que simplesmente tentar eliminar a aparência da lesão.

Correção de cicatrizes

Algumas cicatrizes podem ser melhoradas por procedimentos cirúrgicos.

O objetivo geralmente não é “apagar” completamente uma cicatriz, algo que

não é possível, mas tentar torná-la menos evidente, melhor posicionada ou funcionalmente mais adequada.

A possibilidade de melhora depende de diversos fatores, como:

  • tipo de cicatriz;

  • localização;

  • tamanho;

  • direção da cicatriz em relação às linhas naturais da pele;

  • tempo de evolução;

  • características individuais de cicatrização.

Nem toda cicatriz se beneficia de uma nova cirurgia. Portanto, é preciso bom senso.

A decisão precisa considerar se a possibilidade real de melhora justifica um novo procedimento.

Reparo de furos e rasgos nos lóbulos das orelhas

Furos de brincos podem se alargar progressivamente ou provocar rasgos parciais ou

completos do lóbulo. Brincos pesados, traumatismos ou o uso prolongado de alargadores estão entre as causas possíveis.

A correção pode ser realizada por uma pequena cirurgia sob anestesia local,

reconstruindo o formato do lóbulo.

Perguntas frequentes sobre cirurgia dermatológica

Quando uma lesão de pele precisa ser retirada?

Nem toda lesão de pele precisa ser removida.

Algumas alterações podem ser simplesmente acompanhadas.

Outras devem ser biopsiadas para que seja possível estabelecer

o diagnóstico. Há também situações nas quais a retirada completa

da lesão já pode ser a melhor forma de realizar simultaneamente o diagnóstico e o tratamento.

A cirurgia dermatológica pode ser feita no consultório?

Muitos procedimentos dermatológicos podem ser realizados em ambiente ambulatorial,

com anestesia local e com o paciente acordado. Alguns deles podem necessitar de exames preé operatórios.

Isso inclui diversas biópsias, retirada de pintas, cistos, lipomas e outras lesões benignas, correções de lóbulo

da orelha e o tratamento cirúrgico de muitos tumores cutâneos.

 

Antes do procedimento são avaliados aspectos como:

  • medicamentos em uso;

  • anticoagulantes e antiagregantes;

  • alergias;

  • doenças cardiovasculares;

  • diabetes;

  • histórico de sangramentos;

  • cirurgias anteriores;

  • tipo, local e extensão da lesão.

Qualquer eventual modificação deve ser discutida individualmente com o cirurgião responsável.

Quando uma cirurgia dermatológica precisa ser realizada em hospital?

Algumas situações ultrapassam os limites de um procedimento ambulatorial.

Tumores muito extensos, comprometimento de estruturas profundas, necessidade de reconstruções

complexas, determinadas regiões anatômicas ou condições clínicas específicas podem exigir

centro cirúrgico hospitalar, sedação, anestesia geral ou coparticipação de colegas de outras especialidades.

Da mesma forma, determinadas lesões benignas muito grandes ou profundas podem necessitar de

investigação e estrutura diferentes.

Nesses casos, a prioridade é escolher o ambiente adequado para a segurança do paciente e para a

realização correta do tratamento.

Como é a anestesia na cirurgia dermatológica?

A maior parte das pequenas cirurgias dermatológicas é realizada com anestesia local.

O anestésico é aplicado apenas na região que será operada. A aplicação pode causar um desconforto

breve e, após seu efeito, a área continua anestesiada por algum tempo.

O paciente permanece acordado durante o procedimento.

Pode haver percepção de pressão, movimento ou manipulação,

mas o objetivo é que a cirurgia seja realizada sem dor significativa.

Em procedimentos maiores ou situações especiais, outras modalidades de anestesia podem ser necessárias.

Quanto tempo demora uma cirurgia dermatológica?

Depende do procedimento.

Uma pequena biópsia ou retirada de uma lesão simples pode ser bastante rápida e ser feita em cerca de 5 a 10 minutos.

A retirada de um cisto ou lipoma, uma reconstrução de lóbulo da orelha, uma cirurgia que exija fechamento

mais elaborado ou um procedimento em uma região anatômica delicada pode levar muito mais tempo.

Por isso, não existe uma duração única que se aplique a todas as cirurgias dermatológicas.

Cirurgia dermatológica deixa cicatriz?

Qualquer procedimento que atravesse a pele suficientemente para retirar uma lesão pode produzir uma cicatriz.

O objetivo é obter o melhor equilíbrio possível entre:

  • tratamento adequado da lesão;

  • preservação de tecido saudável;

  • função;

  • resultado estético;

  • segurança.

O aspecto final da cicatriz depende de vários fatores, incluindo região do corpo, tamanho da cirurgia, tensão na pele

, características individuais de cicatrização de cada indivíduo e cuidados pós-operatórios.

Quais cuidados tomar  após uma cirurgia dermatológica ?

Os cuidados variam de acordo com o procedimento realizado e com a região operada.

O paciente recebe orientações específicas sobre:

  • curativo;

  • higiene;

  • atividade física;

  • exposição solar;

  • uso de medicamentos;

  • retirada de pontos;

  • retorno ao consultório.

Sangramento persistente, aumento progressivo da dor, vermelhidão intensa, secreção, febre ou abertura da

ferida são situações que merecem reavaliação.

As orientações fornecidas pelo cirurgião que realizou o procedimento devem prevalecer sobre recomendações

enéricas de leigos ou encontradas na internet.

Qual a diferença entre dermatologia clínica e cirurgia dermatológica?

A dermatologia clínica concentra-se no diagnóstico e no tratamento médico das doenças da pele.

A cirurgia dermatológica utiliza procedimentos para diagnóstico ou tratamento.

Na prática, entretanto, essas duas áreas estão intimamente relacionadas.

Afinal, antes de operar uma lesão, é necessário reconhecê-la clinicamente.

Antes de escolher uma técnica é necessário compreender sua natureza e seu comportamento.

E, quando uma peça obtida por biópsia é enviada para exame,

o resultado anatomopatológico precisa ser interpretado no contexto clínico.

Por isso, cirurgia dermatológica começa com um bom conhecimento de dermatologia clínica.

O objetivo sempre deve ser evitar tanto procedimentos insuficientes

quanto tratamentos desnecessariamente complexos.

O melhor procedimento não é necessariamente o maior ou o mais sofisticado.

É aquele que oferece uma solução adequada para aquela lesão e para aquele paciente.

Toda pinta precisa ser retirada?

Não. A maioria das pintas é benigna e não necessita de remoção.

A retirada pode ser indicada por dúvida diagnóstica, alterações clínicas, traumatismos repetidos ou outras razões

individuais, como incômodo por questões estéticas.

Quando existe suspeita de melanoma, a técnica utilizada para a biópsia precisa ser cuidadosamente escolhida.

Cistos podem voltar depois da cirurgia?

Podem.

O risco é menor quando, além do conteúdo, é possível retirar adequadamente a parede ou

cápsula que forma o cisto. Inflamações importantes ou ruptura prévia podem dificultar a retirada completa.

Lipoma precisa ser retirado?

Nem sempre.

Pequenos lipomas sem sintomas e com diagnóstico clínico seguro podem simplesmente ser acompanhados.

A cirurgia pode ser considerada quando há crescimento, dor, incômodo,

dúvida diagnóstica ou desejo de retirada após avaliação médica.

Hemangioma precisa ser operado?

Não necessariamente.

Existem diferentes tipos de hemangiomas e lesões vasculares. Alguns podem involuir espontaneamente,

enquanto outros podem necessitar de tratamento. A indicação depende da idade do paciente, tipo, tamanho, localização, sintomas e evolução da lesão.

É possível corrigir um furo alargado ou um lóbulo da orelha rasgado?

Sim. O reparo pode geralmente ser realizado como pequena cirurgia sob anestesia local.

É possível melhorar uma cicatriz com cirurgia?

Em determinados casos, sim. Uma cirurgia não consegue eliminar completamente uma cicatriz,

mas pode permitir que ela fique menos evidente ou funcionalmente melhor.

É preciso fazer biópsia antes de retirar uma lesão?

Nem sempre.

Algumas lesões podem ser totalmente removidas durante uma biópsia excisional.

Em outras situações é preferível obter primeiro uma amostra e planejar

o tratamento definitivo depois do resultado anatomopatológico.

Uma biópsia pode espalhar câncer de pele?

A realização adequada e bem planejada de uma biópsia não é considerada causa de disseminação do câncer de pel

e. Ao contrário, obter um diagnóstico histológico adequado

frequentemente é fundamental para escolher o tratamento correto.

Como é feita a remoção de tumores dermatológicos?

Depende do diagnóstico e das características do tumor.

Na excisão convencional, o tumor é removido juntamente com uma margem de pele aparentemente normal e

o material é encaminhado para exame anatomopatológico.

Outras técnicas podem ser indicadas conforme o caso.

Toda cirurgia de câncer de pele precisa ser feita em hospital?

Não.

Muitos casos de câncer de pele podem ser tratados em ambiente ambulatorial e sob anestesia local.

Tumores de maior complexidade podem exigir ambiente hospitalar ou participação de outros especialistas.

Todo câncer de pele precisa de cirurgia de Mohs?

Não.

A cirurgia micrográfica de Mohs possui indicações específicas.

Muitos cânceres de pele podem ser adequadamente tratados por

cirurgia convencional, criocirurgia ou outras modalidades,

conforme as características de cada caso.

A criocirurgia pode tratar câncer de pele?

Sim, em casos adequadamente selecionados.

A indicação depende do tipo de tumor, localização, características clínicas e histológicas e condições do paciente

. A criocirurgia oncológica exige planejamento e controle técnico do congelamento e descongelamento dos tecidos.

Cirurgia dermatológica dói?

Na maioria dos pequenos procedimentos utiliza-se anestesia local.

A aplicação do anestésico pode provocar desconforto breve, mas depois

disso a região permanece anestesiada durante o procedimento e

geralmente, por algum tempo após o final do procedimento.

Quando os pontos são retirados?

Não existe um padrão exato. O prazo depende principalmente da região operada,

do tipo de cirurgia e das características da ferida.

A orientação deve ser individualizada pelo médico responsável pelo procedimento.

Quando devo procurar um dermatologista por causa de uma lesão?

Uma lesão nova ou que esteja crescendo, modificando-se, sangrando repetidamente, formando crosta persistente,

ulcerando ou apresentando características diferentes das demais merece avaliação dermatológica.

Também é possível procurar avaliação para lesões benignas que provoquem incômodo, traumatismos recorrentes,

alterações funcionais ou desejo de tratamento, mesmo sem suspeita de câncer.

Avaliação antes de uma cirurgia dermatológica

A decisão de realizar um procedimento deve ser consequência da avaliação

clínica e do diagnóstico provável. Na consulta são avaliados a lesão,

o histórico do paciente, medicamentos em uso, eventuais exames ou

biópsias anteriores e as diferentes possibilidades de tratamento.

Alguns procedimentos podem exigir exames pré operatórios

Em lesões benignas, procura-se avaliar se o procedimento realmente

trará benefício e qual técnica poderá produzir um resultado adequado.

Quando existe suspeita ou diagnóstico de câncer de pele, o planejamento

procura conciliar segurança oncológica, proporcionalidade do tratamento

, preservação funcional e resultado cicatricial.

Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.

Clínica Dr. Olivério Carvalho

Dermatologia clínica e cirúrgica em Moema, São Paulo.

CRM-SP 59.971 — RQE 108.382

 

 

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