Cirurgia Dermatológica em São Paulo
- Dr. Olivério Carvalho

- há 2 dias
- 11 min de leitura
Nevos(Pintas), cistos, lipomas, hemangiomas e outras lesões, biópsias e tratamento cirúrgico do câncer de pele

Na Clínica Dr. Olivério Carvalho, em Moema, São Paulo, a cirurgia dermatológica compreende procedimentos destinados ao diagnóstico, à remoção e ao tratamento de diferentes alterações da pele, mucosas, tecido subcutâneo, unhas e estruturas relacionadas.
Além da atuação no tratamento do câncer de pele, uma parte importante dos procedimentos realizados é destinada ao tratamento de lesões benignas, alterações que provocam incômodo, crescimento progressivo, traumatismos repetidos ou problemas funcionais e estéticos.
A indicação de qualquer procedimento começa pela avaliação dermatológica. Antes de decidir como retirar uma lesão, é importante determinar o que ela provavelmente é, se realmente precisa ser removida e qual técnica oferece a melhor relação entre segurança, resultado e eventual cicatriz.
Muitos procedimentos de cirurgia dermatológica podem ser realizados com anestesia local e em ambiente ambulatorial, sem necessidade de internação. A complexidade pode variar desde a retirada de uma pequena lesão benigna até cirurgias para tumores cutâneos que necessitem de planejamento mais elaborado.
Na cirurgia dermatológica, o procedimento começa antes da cirurgia: começa com o diagnóstico correto e com a escolha adequada da técnica.
Quais procedimentos fazem parte da cirurgia dermatológica?
Entre os procedimentos realizados ou avaliados na Clínica Dr. Olivério Carvalho estão:
retirada de pintas e outras lesões melanocíticas, quando indicada;
retirada de cistos cutâneos e subcutâneos;
retirada de lipomas;
tratamento ou retirada de verrugas;
retirada de fibromas e acrocórdons;
tratamento de hemangiomas e outras pequenas lesões vasculares;
retirada de xantelasmas;
retirada de queratoses seborreicas;
tratamento de queratoses actínicas;
avaliação e tratamento de determinadas manchas e lesões pigmentadas;
correção de cicatrizes em casos selecionados;
reparo de furos alargados ou rasgos dos lóbulos das orelhas;
biópsias de pele incisional, excisional, por shaving e com punch;
exérese de lesões cutâneas;
cirurgia convencional para tumores da pele;
avaliação da indicação de cirurgia micrográfica de Mohs, quando pertinente;
criocirurgia;
curetagem;
reconstrução e fechamento de feridas cirúrgicas.

A escolha da técnica depende do diagnóstico, tamanho, profundidade, localização e características da lesão, além das condições clínicas e necessidades individuais do paciente.
Nem todo problema exige cirurgia e nem toda lesão deve ser tratada da mesma maneira.
Cirurgia dermatológica de lesões benignas
Grande parte das cirurgias dermatológicas é realizada para tratar alterações que são benignas
Pintas
As pintas, ou nevos melanocíticos, são extremamente comuns e a maioria não precisa ser retirada.
A remoção pode ser considerada quando existe dúvida diagnóstica, alteração clínica, traumatismo recorrente, incômodo, interesse estético ou outra indicação individual.
Quando uma pinta apresenta características suspeitas, entretanto, o objetivo deixa de ser simplesmente estético. É necessário escolher uma técnica que permita um diagnóstico anatomopatológico adequado.
Cistos
Os cistos epidermoides, popularmente chamados de “cistos sebáceos”, podem crescer lentamente e eventualmente inflamar, infectar, romper ou causar desconforto.
Quando existe indicação cirúrgica, procura-se retirar não apenas o conteúdo, mas também a estrutura que forma o cisto — sua parede ou cápsula — reduzindo a possibilidade de reaparecimento.
Durante períodos de inflamação ou infecção importante, pode ser necessário inicialmente controlar esse processo e programar a retirada definitiva posteriormente.
Lipomas
Lipomas são tumores benignos constituídos por tecido gorduroso.
Podem ser retirados quando apresentam:
crescimento;
dor ou desconforto;
localização incômoda;
dúvida diagnóstica;
ou desejo de retirada após avaliação médica.
Lipomas grandes, profundos ou localizados em determinadas regiões podem exigir investigação complementar ou tratamento em ambiente hospitalar.
Verrugas, fibromas e acrocórdons
Verrugas e outras pequenas lesões benignas são muito comuns e podem ser tratadas por diferentes métodos.
Dependendo do diagnóstico, localização, tamanho e número de lesões, podem ser utilizados procedimentos como:
curetagem;
eletrocirurgia;
criocirurgia;
shaving;
excisão.
A escolha deve ser feita depois de estabelecida a natureza da lesão.
Hemangiomas e outras pequenas lesões vasculares
Os hemangiomas são lesões vasculares benignas que podem apresentar características bastante diferentes de acordo com a idade do paciente, o tipo de lesão, sua localização e evolução.
Alguns hemangiomas, especialmente na infância, podem diminuir espontaneamente com o passar do tempo e não necessitar de tratamento cirúrgico.
Outros podem necessitar de tratamento quando apresentam:
crescimento importante;
sangramento;
ulceração;
comprometimento funcional;
localização problemática;
alterações persistentes.
Existem diferentes possibilidades terapêuticas, e a escolha deve ser individualizada.
Nem todo hemangioma necessita de cirurgia e nem todos devem ser tratados da mesma forma.
Outras pequenas alterações vasculares também podem ser avaliadas e tratadas conforme seu diagnóstico e características.

Xantelasmas
Os xantelasmas são placas amareladas que aparecem principalmente nas pálpebras e regiões próximas aos olhos.
Em algumas pessoas podem estar associados a alterações dos níveis de colesterol.
Existem diferentes possibilidades de tratamento, incluindo a remoção cirúrgica em determinados casos.
A escolha deve considerar tamanho, profundidade e localização, devido à delicadeza anatômica da região e à necessidade de preservar o funcionamento adequado das pálpebras.
Também é importante saber que os xantelasmas podem reaparecer mesmo depois de um tratamento tecnicamente adequado.
Queratoses seborreicas
As queratoses seborreicas são lesões benignas muito comuns, especialmente a partir da meia-idade.
Podem apresentar diferentes cores, tamanhos e aspectos e algumas vezes são confundidas com pintas, verrugas ou mesmo com lesões malignas.
Em geral, não necessitam de tratamento.
Podem ser removidas quando causam:
incômodo;
coceira;
traumatismos repetidos;
incômodo estético;
ou quando existe dúvida diagnóstica.
Queratoses actínicas
As queratoses actínicas surgem principalmente em áreas da pele submetidas à exposição solar acumulada ao longo dos anos.
São consideradas lesões pré-cancerosas, embora a grande maioria delas não evolua para câncer.
Podem aparecer como pequenas áreas ásperas, avermelhadas ou descamativas, principalmente:
no rosto;
couro cabeludo;
orelhas;
braços;
dorso das mãos.
Existem diferentes modalidades de tratamento, e a criocirurgia é uma das técnicas frequentemente utilizadas.
A escolha depende do número de lesões, localização, espessura e extensão da área comprometida, além das características individuais do paciente.
Manchas e lesões pigmentadas
Nem toda mancha pode ou deve ser retirada cirurgicamente.
Antes do tratamento, é fundamental estabelecer sua natureza.
Algumas manchas representam apenas alterações de pigmentação e podem ser tratadas clinicamente ou por outros métodos.
Determinadas lesões pigmentadas, entretanto, podem necessitar de biópsia ou retirada cirúrgica.
Quando existe dúvida diagnóstica, estabelecer primeiro o diagnóstico é mais importante do que simplesmente tentar eliminar a aparência da lesão.
Correção de cicatrizes
Algumas cicatrizes podem ser melhoradas por procedimentos cirúrgicos.
O objetivo geralmente não é “apagar” completamente uma cicatriz — algo que não é possível —, mas tentar torná-la:
menos evidente;
melhor posicionada;
ou funcionalmente mais adequada.
A possibilidade de melhora depende de diversos fatores:
tipo de cicatriz;
localização;
tamanho;
direção em relação às linhas naturais da pele;
tempo de evolução;
características individuais de cicatrização.
Nem toda cicatriz se beneficia de uma nova cirurgia.
Por isso, é necessário avaliar se a possibilidade real de melhora justifica um novo procedimento.
Reparo de furos e rasgos nos lóbulos das orelhas
Furos de brincos podem se alargar progressivamente ou provocar rasgos parciais ou completos do lóbulo.
Brincos pesados, traumatismos e o uso prolongado de alargadores estão entre as possíveis causas.
A correção geralmente pode ser realizada por uma pequena cirurgia sob anestesia local, reconstruindo o formato do lóbulo.
Depois da cicatrização, pode ser discutida a possibilidade de um novo furo em posição adequada.
Quando uma lesão de pele precisa ser retirada?
Nem toda lesão de pele precisa ser removida.
Algumas alterações podem simplesmente ser acompanhadas.
Outras devem ser biopsiadas para que seja possível estabelecer o diagnóstico.
Há ainda situações nas quais a retirada completa da lesão pode ser a melhor maneira de realizar simultaneamente diagnóstico e tratamento.
A decisão depende de fatores como:
diagnóstico provável;
aspecto clínico;
crescimento;
mudança de cor ou forma;
sangramento;
ulceração;
traumatismos repetidos;
sintomas;
localização;
suspeita de malignidade;
idade e condições clínicas do paciente.
Antes de perguntar:
“Como retirar esta lesão?”
é importante responder:
“O que é esta lesão e ela realmente precisa ser retirada?”
A cirurgia dermatológica pode ser feita no consultório?
Muitos procedimentos dermatológicos podem ser realizados em ambiente ambulatorial, com anestesia local e com o paciente acordado.
Isso inclui diversas:
biópsias;
retiradas de pintas;
cirurgias de cistos;
retiradas de lipomas;
pequenas cirurgias de outras lesões benignas;
correções de lóbulos das orelhas;
cirurgias de determinados tumores cutâneos.

Alguns procedimentos podem exigir exames pré-operatórios, dependendo do tipo de cirurgia e das condições clínicas do paciente.
Antes do procedimento são avaliados aspectos como:
medicamentos em uso;
anticoagulantes e antiagregantes;
alergias;
doenças cardiovasculares;
diabetes;
histórico de sangramentos;
cirurgias anteriores;
tipo, localização e extensão da lesão.
Não interrompa anticoagulantes, antiagregantes ou outros medicamentos por conta própria. Qualquer eventual alteração deve ser discutida individualmente com os médicos responsáveis.
Quando uma cirurgia dermatológica precisa ser realizada em hospital?
Algumas situações ultrapassam os limites de um procedimento ambulatorial.
Tumores muito extensos, comprometimento de estruturas profundas, necessidade de reconstruções complexas, determinadas regiões anatômicas ou condições clínicas específicas podem exigir:
centro cirúrgico hospitalar;
sedação;
anestesia geral;
participação de profissionais de outras especialidades.
Da mesma forma, determinadas lesões benignas muito grandes ou profundas podem necessitar de investigação e estrutura diferentes.
Nesses casos, a prioridade é escolher o ambiente mais adequado para a segurança do paciente e para a realização correta do tratamento.
Como é a anestesia na cirurgia dermatológica?
A maior parte das pequenas cirurgias dermatológicas é realizada com anestesia local.
O anestésico é aplicado apenas na região que será operada.
A aplicação pode provocar um desconforto breve. Depois de seu efeito, a área permanece anestesiada durante o procedimento e geralmente por algum tempo após seu término.
O paciente permanece acordado.
Pode haver percepção de pressão, movimento ou manipulação, mas o objetivo é que a cirurgia seja realizada sem dor significativa.
Em procedimentos maiores ou situações especiais, outras modalidades de anestesia podem ser necessárias.
Quanto tempo demora uma cirurgia dermatológica?
Depende do procedimento.
Uma pequena biópsia ou a retirada de uma lesão simples pode ser realizada em poucos minutos.
A retirada de um cisto ou lipoma, uma reconstrução de lóbulo da orelha, uma cirurgia que exija fechamento mais elaborado ou um procedimento em região anatômica delicada pode levar mais tempo.
Por isso, não existe uma duração única que se aplique a todas as cirurgias dermatológicas.
Cirurgia dermatológica deixa cicatriz?
Qualquer procedimento que atravesse a pele suficientemente para retirar uma lesão pode produzir uma cicatriz.
O objetivo é obter o melhor equilíbrio possível entre:
tratamento adequado da lesão;
preservação de tecido saudável;
função;
resultado estético;
segurança.
O aspecto final da cicatriz depende de vários fatores, incluindo:
região do corpo;
tamanho da cirurgia;
tensão na pele;
características individuais de cicatrização;
cuidados pós-operatórios.
Não é possível prometer ausência de cicatriz.
Quando existe suspeita ou diagnóstico de câncer de pele, a segurança diagnóstica e oncológica deve ter prioridade sobre a tentativa de produzir a menor cicatriz possível.
Cuidados após uma cirurgia dermatológica
Os cuidados variam de acordo com o procedimento realizado e com a região operada.
O paciente recebe orientações específicas sobre:
curativo;
higiene;
atividade física;
exposição solar;
uso de medicamentos;
retirada de pontos;
retorno ao consultório.
Sangramento persistente, aumento progressivo da dor, vermelhidão intensa, secreção, febre ou abertura da ferida são situações que merecem reavaliação.
As orientações fornecidas pelo cirurgião que realizou o procedimento devem prevalecer sobre recomendações genéricas encontradas na internet ou fornecidas por pessoas que não participaram do tratamento.
Qual é a diferença entre dermatologia clínica e cirurgia dermatológica?
A dermatologia clínica concentra-se no diagnóstico e no tratamento médico das doenças da pele.
A cirurgia dermatológica utiliza procedimentos para diagnóstico ou tratamento.
Na prática, essas duas áreas estão intimamente relacionadas.
Antes de operar uma lesão, é necessário reconhecê-la clinicamente.
Antes de escolher uma técnica, é necessário compreender sua natureza e seu comportamento.
Quando uma peça obtida por biópsia ou cirurgia é encaminhada para exame, o resultado anatomopatológico precisa ser interpretado em conjunto com os dados clínicos.
Por isso, cirurgia dermatológica começa com um bom conhecimento de dermatologia clínica.
O objetivo deve ser evitar tanto procedimentos insuficientes quanto tratamentos desnecessariamente complexos.
O melhor procedimento não é necessariamente o maior ou o mais sofisticado. É aquele que oferece uma solução adequada para aquela lesão e para aquele paciente.
Perguntas frequentes sobre cirurgia dermatológica
Onde posso fazer cirurgia dermatológica em São Paulo?
A Clínica Dr. Olivério Carvalho está localizada em Moema, São Paulo, e realiza avaliação e diferentes procedimentos de cirurgia dermatológica ambulatorial, incluindo biópsias, retirada de lesões benignas e tratamento cirúrgico de tumores da pele.
Procedimentos de maior complexidade podem exigir ambiente hospitalar ou participação de outros especialistas.
Como é feita a remoção de uma lesão dermatológica?
Depende do diagnóstico, tamanho, profundidade e localização da lesão.
Podem ser utilizadas técnicas como:
excisão cirúrgica;
shaving;
curetagem;
criocirurgia;
outras modalidades adequadas ao diagnóstico.
A escolha deve ser feita depois da avaliação dermatológica.
Quais cuidados são necessários depois de uma cirurgia dermatológica?
Dependem do procedimento e da região tratada.
As orientações podem incluir cuidados com:
curativo;
higiene;
atividade física;
medicamentos;
exposição solar;
retirada de pontos;
retorno médico.
As recomendações devem ser individualizadas para cada cirurgia.
Toda pinta precisa ser retirada?
Não.
A maioria das pintas é benigna e não necessita de remoção.
A retirada pode ser indicada por dúvida diagnóstica, alterações clínicas, traumatismos repetidos, incômodo ou interesse estético.
Quando existe suspeita de melanoma, a escolha da técnica de biópsia precisa ser cuidadosamente planejada.
Cistos podem voltar depois da cirurgia?
Podem.
O risco é menor quando, além do conteúdo, é possível retirar adequadamente a parede ou cápsula que forma o cisto.
Inflamações importantes ou ruptura prévia podem dificultar a retirada completa.
Lipoma precisa ser retirado?
Nem sempre.
Pequenos lipomas sem sintomas e com diagnóstico clínico seguro podem simplesmente ser acompanhados.
A cirurgia pode ser considerada quando existe:
crescimento;
dor;
desconforto;
dúvida diagnóstica;
ou desejo de retirada após avaliação médica.
Hemangioma precisa ser operado?
Não necessariamente.
Existem diferentes tipos de hemangiomas e lesões vasculares.
Alguns podem diminuir espontaneamente, enquanto outros podem necessitar de tratamento.
A indicação depende da:
idade do paciente;
natureza da lesão;
dimensão;
localização;
sintomas;
evolução.
É possível corrigir um furo alargado ou lóbulo da orelha rasgado?
Sim.
O reparo geralmente pode ser realizado como uma pequena cirurgia sob anestesia local.
É possível melhorar uma cicatriz com cirurgia?
Em determinados casos, sim.
Uma nova cirurgia não consegue eliminar completamente uma cicatriz, mas pode permitir que ela fique menos evidente ou funcionalmente melhor.
É preciso fazer biópsia antes de retirar uma lesão?
Nem sempre.
Algumas lesões podem ser completamente removidas durante uma biópsia excisional.
Em outras situações é preferível obter inicialmente uma amostra e planejar o tratamento definitivo depois do resultado anatomopatológico.
Uma biópsia pode espalhar câncer de pele?
A realização adequada e bem planejada de uma biópsia não é considerada causa de disseminação do câncer de pele.
Ao contrário, obter um diagnóstico histológico adequado frequentemente é fundamental para escolher o tratamento correto.
Como é feita a remoção de tumores dermatológicos?
Depende do diagnóstico e das características do tumor.
Na excisão convencional, o tumor é removido juntamente com uma margem de pele aparentemente normal e o material é encaminhado para exame anatomopatológico.
Outras técnicas podem ser indicadas conforme o caso.
Toda cirurgia de câncer de pele precisa ser feita em hospital?
Não.
Muitos cânceres de pele podem ser tratados em ambiente ambulatorial e sob anestesia local.
Tumores de maior complexidade podem exigir ambiente hospitalar ou participação de outros especialistas.
Cirurgia dermatológica dói?
Na maioria dos pequenos procedimentos utiliza-se anestesia local.
A aplicação do anestésico pode provocar desconforto breve, mas depois disso a região permanece anestesiada durante o procedimento e geralmente por algum tempo após seu término.
Quando os pontos são retirados?
Não existe um prazo único.
Ele depende principalmente:
da região operada;
do tipo de cirurgia;
das características da ferida;
da evolução da cicatrização.
A orientação deve ser individualizada pelo médico responsável pelo procedimento.
Quando devo procurar um dermatologista por causa de uma lesão?
Uma lesão nova ou que esteja:
crescendo;
modificando-se;
sangrando repetidamente;
formando crosta persistente;
ulcerando;
apresentando características diferentes das demais
merece avaliação dermatológica.
Também é possível procurar avaliação para lesões benignas que provoquem incômodo, traumatismos recorrentes, alterações funcionais ou desejo de tratamento, mesmo sem suspeita de câncer.
Avaliação antes de uma cirurgia dermatológica
A decisão de realizar um procedimento deve ser consequência da avaliação clínica e do diagnóstico provável.
Na consulta são considerados:
a lesão;
o histórico do paciente;
medicamentos em uso;
exames já realizados;
eventuais biópsias anteriores;
as diferentes possibilidades de tratamento.
Alguns procedimentos podem exigir exames pré-operatórios.
Em lesões benignas, procura-se avaliar se o procedimento realmente trará benefício e qual técnica poderá produzir um resultado adequado.
Quando existe suspeita ou diagnóstico de câncer de pele, o planejamento procura conciliar:
segurança oncológica;
proporcionalidade do tratamento;
preservação funcional;
resultado cicatricial;
condições clínicas do paciente.
O objetivo não é realizar o maior procedimento possível. É realizar o procedimento adequado para aquela lesão e para aquele paciente.
A Clínica Dr. Olivério Carvalho, em Moema, São Paulo, realiza atendimento em dermatologia clínica e cirúrgica, incluindo avaliação de lesões benignas, biópsias, pequenas cirurgias ambulatoriais e tratamento de câncer de pele.
A avaliação inicial permite definir se uma lesão deve ser:
acompanhada;
tratada por método não cirúrgico;
biopsiada;
retirada cirurgicamente;
tratada por criocirurgia;
ou encaminhada para uma abordagem diferente quando sua complexidade assim exigir.
Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.
Dr. Olivério Carvalho é médico dermatologista em São Paulo, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e especialista em Dermatologia pela Universidade de São Paulo (USP), com atuação em câncer de pele, cirurgia dermatológica e criocirurgia. Sua prática é voltada ao diagnóstico preciso e à escolha individualizada do tratamento, incluindo biópsias de pele, atendimento de pacientes idosos, avaliação de casos complexos e segunda opinião médica. CRM-SP 59.971 — RQE 108.382



