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Clínica Dr. Olivério  Carvalho 

Dermatologista -  CRM 59971 - RQE 108382

A Inteligência artificial (IA) pode dar a palavra final em Medicina?

Atualizado: há 3 dias


Uma reflexão baseada em estudos científicos comparativos, documentos regulatórios e debates com ferramentas de inteligência artificial.


O conteúdo A Inteligência Artificial (IA) pode dar a palavra final na Medicina? foi elaborado pelo Dr. Olivério Carvalho a partir de questionamentos que vem apresentando ao ChatGPT e ao Gemini, com o objetivo de avaliar o comportamento dessas ferramentas diante de temas médicos. Houve apoio do ChatGPT na organização dos argumentos e na revisão das referências científicas.


Desde a faculdade de Medicina, venho percebendo ao longo de mais de 40 anos, que muitos interesses ao redor da atividade médica influenciavam decisões.


Como dermatologista, trago dois temas que estão em evidência na minha especialidade e a avaliação de como eles são abordados no ambiente da IA.


1º tema: Uso de minoxidil por via oral para tratamento de queda de cabelos.


No início do meu questionamento, a IA reproduziu o que chama de "posição predominante", frequentemente apresentada como "consenso". Depois que apresentei alguns estudos, limitações metodológicas e divergências sobre riscos cardiovasculares e segurança do uso de minoxidil por via oral, a resposta inicial foi mudando significativamente.


O minoxidil oral demonstrou eficácia para alopecia, mas não superioridade global sobre o minoxidil tópico.

Sua popularização acabou ocorrendo antes da existência de ensaios grandes e prolongados capazes de estabelecer segurança cardiovascular em pessoas saudáveis tratadas por muitos anos.

Eventos graves parecem raros, mas sinais de taquicardia, retenção de líquidos, edema e derrame pericárdico justificam prudência, seleção de pacientes e informação transparente sobre o caráter off-label do tratamento. (1)


O estudo em questão não foi desenhado para demonstrar formalmente equivalência ou não inferioridade. Mostrou que não houve diferença estatisticamente significativa nos principais desfechos objetivos e que o minoxidil oral não demonstrou superioridade sobre o tópico.


Outro estudo mostrou que o minoxidil oral funciona, mas até agora não demonstrou benefício global relevante sobre o minoxidil tópico que justifique automaticamente expor todo o organismo a um potente vasodilatador, ainda que em doses baixas. (2)


O maior estudo retrospectivo clássico incluiu 1.404 pacientes tratados com baixas doses e encontrou:


tontura: 1,7%;

retenção de líquidos: 1,3%;

taquicardia: 0,9%;

cefaleia: 0,4%;

edema periorbitário: 0,3%.


Não foram observados eventos potencialmente fatais nessa série. Entretanto, era um estudo retrospectivo, sem grupo-controle e que incluía apenas pacientes tratados por pelo menos três meses, desenho que pode deixar de registrar eventos precoces ou pacientes que abandonaram rapidamente o medicamento. (3)


Eventos adversos sistêmicos, como taquicardia, tontura, retenção de líquidos e edema, estão documentados, embora tenham sido infrequentes na maior série retrospectiva publicada. Eventos graves, como derrame pericárdico, parecem raros; existem plausibilidade farmacológica, relatos de casos e sinais de farmacovigilância, mas esses dados não permitem calcular a incidência real nem comprovar causalidade isoladamente. A segurança cardiovascular do uso contínuo por muitos anos, em pessoas saudáveis, ainda não foi estabelecida por ensaios grandes e prolongados.


Farmacovigilância: sinais de taquicardia, edema e derrame pericárdico


Uma análise do banco de farmacovigilância da FDA publicada em 2025 encontrou sinais desproporcionais de:


taquicardia;

edema periférico;

retenção de líquidos;

derrame pericárdico;

inclusive em faixas de dose de até 2,5 mg e 5 mg/dia.


Para derrame pericárdico, o sinal também apareceu em registros sem indicação conhecida de doença cardíaca ou renal.


Os dados do FAERS são utilizados para detectar sinais de segurança.

Eles não permitem determinar quantas pessoas expostas desenvolveram o problema nem provar que o medicamento foi a causa do evento. (4)


Posicionamento profissional e situação regulatória


Em setembro de 2022, a Sociedade Brasileira de Dermatologia publicou uma nota de esclarecimento sobre o minoxidil oral nas alopecias.

A entidade lembrou que o medicamento foi originalmente desenvolvido para o tratamento da hipertensão arterial e que seus efeitos adversos sistêmicos são conhecidos.

Naquele momento, a SBD reconhecia como tratamentos com altos níveis de evidência o uso do minoxidil tópico, dos bloqueadores hormonais e o transplante capilar.

O minoxidil oral poderia ser considerado apenas em pacientes selecionados, mediante prescrição criteriosa, avaliação clínica e, quando necessária, cardiológica, além de acompanhamento pelo dermatologista.

Foi destacado que o principal motivo de preocupação era o risco cardiovascular.


Até a data desta publicação (31/07/2026), não há no Brasil apresentação oral de minoxidil registrada pela Anvisa especificamente para o tratamento das alopecias. As apresentações orais do fármaco foram desenvolvidas e registradas para hipertensão arterial grave, enquanto existem formulações tópicas registradas para alopecia.


A utilização do minoxidil oral para queda de cabelos ocorre, portanto, fora das indicações aprovadas em bula, caracterizando uso off-label. Segundo o Conselho Federal de Medicina, essa prescrição deve ser pontual e específica, baseada em fundamentação científica e realizada sob responsabilidade do médico prescritor.

O paciente deve ser informado sobre essa condição, seus possíveis benefícios, riscos, limitações das evidências e alternativas terapêuticas.


Cápsulas de minoxidil oral preparadas por farmácias de manipulação não constituem medicamento industrial registrado pela Anvisa para alopecia.

A possibilidade de manipulação mediante prescrição não equivale à aprovação regulatória da indicação, da dose ou da segurança do uso prolongado do minoxidil oral para queda de cabelos.


2º tema: possível exagero na indicação de cirurgia de Mohs em face de outras alternativas terapêuticas para o tratamento do câncer de pele


O questionamento foi entre a utilização da cirurgia de Mohs, da cirurgia convencional, da criocirurgia e da radioterapia no tratamento do câncer de pele.


A IA começou utilizando a expressão “padrão-ouro” para cirurgia micrográfica de Mohs de forma generalizada, sem delimitar adequadamente as situações clínicas em que esta modalidade cirúrgica apresentaria realmente indicação preferencial em face das outras abordagens terapêuticas no tratamento do câncer de pele. Essa informação me pareceu um pouco tendenciosa, porque poderia induzir o leitor a interpretar a técnica como universalmente superior para todos os casos.


Após eu solicitar a apresentação de diversos estudos, grandes séries clínicas e contrapor a informação apresentada pela IA, aos dados da minha experiência cirúrgica de 13 anos chefiando um serviço de dermatologia oncológica no Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho (ICAVC), a resposta passou a delimitar melhor as indicações de Mohs e a reconhecer também os ótimos resultados obtidos com cirurgia convencional e criocirurgia em casos adequadamente selecionados.


Ou seja, a realidade ia além do “consenso” apresentado inicialmente pela IA.


Evidências sobre escolhas de tratamentos e incentivos econômicos


No caso da cirurgia de Mohs no tratamento do câncer de pele, estudos realizados nos Estados Unidos identificaram associação entre incentivos econômicos, sistemas de remuneração e aumento de sua utilização.

Uma análise dos procedimentos financiados pelo Medicare entre 2012 e 2017 mostrou que:


a utilização de Mohs aumentou 21%;

a participação de Mohs nas despesas com procedimentos para câncer de pele subiu de 61% para 67%;

a utilização de excisão simples e de métodos destrutivos caiu;

o pagamento médio de Mohs era mais que o dobro do pagamento da excisão simples.


Os próprios autores concluíram que o sistema de pagamento por serviço incentivava a cirurgia de Mohs favorecia esta técnica em relação as outras modalidades e que seu crescimento parecia estar deslocando outros tratamentos.

Esses achados indicam que fatores econômicos e características do ambiente assistencial também podem estar associados à escolha terapêutica, além dos aspectos clínicos e biológicos do tumor. (5)


figura 1: participação da cirurgia de Mohs nas despesas com procedimentos para câncer de pele no Medicare, com anotação do aumento de utilização entre 2012 e 2017.


Outro estudo mostrou que, após controlar características clínicas, tumores tratados em consultório privado tinham probabilidade 2,39 vezes maior de serem tratados com cirurgia de Mohs, do que tumores de uma clínica da Veterans Affairs, onde os incentivos financeiros eram diferentes.


Isso não prova inadequação em cada caso, mas demonstra uma forte associação entre o ambiente assistencial, os incentivos econômicos e a escolha terapêutica, mesmo após o controle de características clínicas. (6)


Um estudo da JAMA Dermatology, realizado com 2.329 cirurgiões, foi explicitamente desenhado para reduzir a sobreutilização de estágios de Mohs.

O artigo reconheceu que o pagamento por estágio criava um “incentivo perverso” para realizar mais ressecções.

Uma simples comunicação aos profissionais considerados fora da curva reduziu os estágios e produziu economia estimada de US$ 11,1 milhões.

Esse estudo não avaliou diretamente se a indicação inicial de Mohs era necessária em cada caso, mas demonstra que, mesmo depois de escolhida a técnica, existia utilização excessiva capaz de ser reduzida sem uma intervenção clínica complexa. (7)


Além disso, o Departamento de Justiça e o Medicare passaram a investigar alegações de fraude e abuso especificamente relacionadas à cirurgia de Mohs.

Portanto, o problema não é apenas uma hipótese de críticos externos; foi reconhecido dentro da própria literatura da especialidade. (8)


A existência dessas investigações não prova que a cirurgia de Mohs ou seus praticantes, de forma geral, estejam envolvidos em algum tipo de fraude. Demonstra, porém, que as preocupações com cobrança, indicação e utilização não são uma invenção de críticos externos à técnica.


Os critérios de “uso apropriado” também permitiram grande expansão


Os critérios norte-americanos de 2012 avaliaram 69 cenários de CBC e classificaram:


53 como apropriados;

6 como incertos;

apenas 10 como inadequados.


Isso não significa que 53 de cada 69 CBCs da população devam receber Mohs - os cenários não têm a mesma prevalência. Mas cria uma área muito extensa na qual a técnica pode ser justificada institucionalmente. (9)


É possível, portanto, ampliar progressivamente o uso de uma técnica excelente e eficaz como a cirurgia de Mohs, destinada principalmente a tumores de alto risco, recorrentes, mal delimitados ou localizados em áreas críticas, até que ela passe a ser considerada apropriada para um universo muito maior de casos.


Uma vez classificada como apropriada, a opção de maior custo passa a contar com respaldo institucional, mesmo quando outras modalidades também poderiam proporcionar excelente opção em casos adequadamente selecionados.


Essa expansão transfere recursos de pacientes, seguradoras, planos de saúde e governos, para procedimentos de maior remuneração, sem que exista necessariamente ganho clínico proporcional.


É necessária uma reflexão profunda sobre este fenômeno em todas as áreas da Medicina.

A expansão de exames, medicamentos e procedimentos de maior custo, quando não acompanhada de benefício clínico proporcional, pode contribuir para o desperdício de recursos, aumentar a pressão financeira sobre pacientes, planos de saúde e sistemas públicos e expor pessoas a intervenções mais complexas sem necessidade comprovada.


Diante do debate destes dois temas, concluí que o problema não é apenas a IA produzir uma resposta incompleta ou enviesada.


O problema é ela fazê-lo com linguagem clara, segura e convincente - diante de pessoas que não possuem conhecimento para questioná-la e vão adotá-la como verdade absoluta, não passível de contestação.


O risco da autoridade sem questionamento


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que modelos de IA podem produzir informações falsas, imprecisas, enviesadas ou incompletas e induzir pacientes ao chamado “viés de automação”: acreditar na máquina, na fama de “dona da verdade” e deixar de perceber seus erros.


O que a IA realmente "aprende" com o debate?


Ao final de dois debates, a própria IA reconheceu algo que considero preocupante:

a correção obtida naquela nossa conversa não seria automaticamente incorporada ao modelo geral, nem necessariamente transmitida aos demais usuários.

As IAs atuais podem utilizar memórias e conversas anteriores para personalizar respostas ao mesmo usuário, conforme suas configurações, mas isso não equivale a aprendizado científico global.

Outro usuário, sem conhecimento para exigir estudos e contrapontos, poderia receber novamente uma resposta convencional e superficial baseada no “consenso”.



figura 2: fluxo simplificado de como uma IA pode começar pela resposta predominante e refinar-se apenas quando é criticamente questionada.


A IA é uma ferramenta extraordinária. Mas não é um oráculo e nem um sabe-tudo.


Ela pode organizar informações, localizar estudos e ajudar pacientes e médicos a fazerem perguntas melhores. Mas não pode substituir experiência clínica, exame físico, pensamento crítico, independência profissional e responsabilidade médica.


A inteligência artificial deve ser usada para ampliar suas perguntas - não para entregar a ela a decisão sobre sua saúde e sua vida.


Por outro lado, o elemento humano é indispensável não porque o médico seja infalível, mas porque um profissional experiente pode examinar o paciente, conhecer seu contexto, confrontar alternativas, assumir responsabilidade ética e ser questionado sobre os fundamentos de sua decisão.


No entanto, também é necessário reconhecer que o médico pode sofrer influências e seguir consensos de forma acrítica.

Por isso, a experiência deve vir acompanhada de independência, transparência e disposição para rever condutas.



Referências bibliográficas:


1) Oral Minoxidil vs Topical Minoxidil for Male Androgenetic Alopecia A Randomized Clinical Trial Mariana Alvares Penha, MD, MSc1; Hélio Amante Miot, MD, PhD1; Michal Kasprzak, PhD2 et al JAMA Dermatol Published Online: April 10, 2024 2024;160;(6):600-605. doi:10.1001/jamadermatol.2024.0284

2) Ramos PM, Sinclair RD, Kasprzak M, Miot HA. Minoxidil 1 mg oral versus minoxidil 5% topical solution for the treatment of female-pattern hair loss: a randomized clinical trial. J Am Acad Dermatol. 2020;82(1):252-253. doi:10.1016/j.jaad.2019.08.060. PMID: 31473295.

3) J Am Acad Dermatol . 2021 Jun;84(6):1644-1651. doi: 10.1016/j.jaad.2021.02.054. Epub 2021 Feb 24. Safety of low-dose oral minoxidil for hair loss: A multicenter study of 1404 patients Sergio Vañó-Galván 1, Rodrigo Pirmez 2, Angela Hermosa-Gelbard 3, Óscar M Moreno-Arrones 3, David Saceda-Corralo 3, Rita Rodrigues-Barata 4, Juan Jimenez-Cauhe 5, Wei L Koh 6, Janina E Poa 7, Rebekka Jerjen 7, Lara Trindade de Carvalho 7, Jared Marc John 7, Corina I Salas-Callo 2, Colombina Vincenzi 8, Lu Yin 9, Kristen Lo-Sicco 9, Anna Waskiel-Burnat 10, Michela Starace 11, Jose Luis Zamorano 12, Pedro Jaén-Olasolo 3, Bianca Maria Piraccini 11, Lidia Rudnicka 10, Jerry Shapiro 9, Antonella Tosti 13, Rodney Sinclair 7, Bevin Bhoyrul 7 PMID: 33639244 DOI: 10.1016/j.jaad.2021.02.054

4) J Cosmet Dermatol. 2024 Sep 26;24(1):e16574. doi: 10.1111/jocd.16574 Low-Dose Oral Minoxidil and Associated Adverse Events: Analyses of the FDA Adverse Event Reporting System (FAERS) With a Focus on Pericardial Effusions Aditya K Gupta 1,2, Mary A Bamimore 1, Husam Abdel-Qadir 3,4, Greg Williams 5, Antonella Tosti 6, Vincent Piguet 2,7, Mesbah Talukder 8, PMCID: PMC11743066 PMID: 39327649

5) Use of Skin Cancer Procedures, Medicare Reimbursement, and Overall Expenditures, 2012-2017. Pranav Puri, BA1; Sujith Baliga, MD2; Mark R. Pittelkow, MD3 et al JAMA Netw Open Published Online: November 10, 2020 2020;3;(11):e2025139. doi:10.1001/jamanetworkopen.2020.25139

6) Variation in care for nonmelanoma skin cancer in a private practice and a veterans affairs clinic Mary-Margaret Chren 1, Anju P Sahay, Laura P Sands, Leah Maddock, Karla Lindquist, Daniel Bertenthal, Peter Bacchetti PMID: 15377935 DOI: 10.1097/00005650-200410000-00011

7) Evaluation of a Peer-to-Peer Data Transparency Intervention for Mohs Micrographic Surgery Overuse John G. Albertini, MD1,2; Peiqi Wang, MD, MPH3; Christine Fahim, PhD3 et al JAMA Dermatol Published Online: May 5, 2019 2019;155;(8):906-913. doi:10.1001/jamadermatol.2019.1259

8) Avoiding and Managing Medicare Fraud and Abuse Investigations of Mohs Surgery Mohs in the Crosshairs Jay Wolfson, DrPH, JD, LHCRM1,2; Joseph L. Smith, MPH1,2; Steven A. Proper, MD, JD, MPH, HCRM1 JAMA Dermatol Published Online: November 2018 2018;154;(11):1249-1250. doi:10.1001/jamadermatol.2018.2402

9) AAD/ACMS/ASDSA/ASMS 2012 appropriate use criteria for Mohs micrographic surgery: a report of the American Academy of Dermatology, American College of Mohs Surgery, American Society for Dermatologic Surgery Association, and the American Society for Mohs Surgery Ad Hoc Task Force 1; Suzanne M Connolly, Diane R Baker, Brett M Coldiron, Michael J Fazio, Paul A Storrs, Allison T Vidimos, Mark J Zalla, Jerry D Brewer, Wendy Smith Begolka; Ratings Panel; Timothy G Berger, Michael Bigby, Jean L Bolognia, David G Brodland, Scott Collins, Terrence A Cronin Jr, Mark V Dahl, Jane M Grant-Kels, C William Hanke, George J Hruza, William D James, Clifford Warren Lober, Elizabeth I McBurney, Scott A Norton, Randall K Roenigk, Ronald G Wheeland, Oliver J Wisco PMID: 22959232 DOI: 10.1016/j.jaad.2012.06.009


Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individualizada.


Dr. Olivério Carvalho é médico dermatologista em São Paulo, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e especialista em Dermatologia pela Universidade de São Paulo (USP) com atuação em câncer de pele, cirurgia dermatológica e criocirurgia. Sua prática é voltada ao diagnóstico preciso e à escolha individualizada do tratamento, incluindo biópsias de pele, acompanhamento de pacientes idosos, avaliação de casos complexos e segunda opinião médica.


CRM-SP 59.971 — RQE 108.382



 
 
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